segunda-feira, 2 de julho de 2012

Aumentou o número de Evangélicos no Brasil na ultima década.


Apesar do Censo(IBGE)mostrarem o crescimento significativo da população tida como evangélica no Brasil;ainda falta muito para se fazer em prol do reino de Deus,não da para se envaidecer por isto.Nações como o Estados Unidos Da América e outras são maiorias evangélicas, mas são em algumas áreas exemplos a não ser seguidos;o mundanismo e aprovações de leis que são contrarias a Bíblia,mas que são aprovadas por motivos políticos, tais como legalização do aborto e casamento de pessoas do mesmo sexo.Sem contar a frieza espiritual em muitas destas nações que já foram berços do evangelho inclusive para nós brasileiros, hoje estão em decadência espiritual,que em nada se lembra os grandes avivamentos que aconteceram nos tempos de Daniel Berg e Gunnar Vingren,quando o chamado movimento pentecostal chegou ao Brasil em 1911. Damos sim graças a Deus pela comemoração do primeiro ano do Centenário das Assembléia de Deus no Brasil,mas ainda temos que alcançar a verdadeira unidade da igreja,deixar de lado as vaidades pessoais do poder eclesiástico e atender as reais necessidades do povo de Deus. É tempo de exportarmos o modelo de crescimento das nossas igrejas que sempre foram o evangelismo pessoal e os culto nas casas.Infelizmente é que em alguns lugares do nosso país deixaram de se realizarem estes trabalhos evangelísticos e que sempre deram resultados,e importamos muitos movimentos pentecostais que em nada se lembra do verdadeiro movimento que estes grandes homens de Deus nos trouxeram. Vamos orar a Deus para que o crescimento numérico da população evangélica seja também de ordem espiritual. O Censo revelou uma mudança no perfil religioso dos brasileiros. O número de evangélicos aumentou 61% entre os anos 2000 e 2010, mas os católicos seguem sendo maioria no país. Apesar disso, o número de fiéis diminuiu na última década. Em 2010, eram 123,3 milhões de católicos apostólicos romanos, 1,7 milhão a menos do que no ano 2000. A proporção caiu de 73,6% para 64,6% da população. Em 1970, eram quase 92%. “A igreja não acompanhou os seus migrantes, não acompanhou o seu povo. A igreja tem que sair um pouco dos seus muros, das suas igrejas, tem que abrir janela, porta e ir onde está o povo de Deus”, opina o membro do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento/CNBB Thierry Lineard. Os evangélicos, por outro lado, foram os que mais cresceram. Passaram de 15,4% para 22,2% da população. Em dez anos, as diferentes igrejas evangélicas conquistaram 16 milhões de fiéis. Hoje são mais de 42 milhões. “Nós abordamos as pessoas, as suas casas, os logradouros públicos. Procuramos trabalhar na evangelização homem a homem, por assim dizer. Um trabalho de evangelismo pessoal”, conta o presidente da Convenção Geral das Assembléias de Deus, José Wellington Bezerra da Costa.

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