sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Noticias sobre a visita do papa Francisco ao Brasil que foram omitidas ou distorcidas por grande parte da mídia.

Muitos fatos que grande parte da mídia em especial a Rede Globo, que teve total exclusividade na cobertura na vinda do papa Francisco não mostrou, e muitos outros que foram omitidos ou distorcidos.

Um dos motivos da vinda do papa ao Brasil é a perda de fiéis para as igrejas evangélicas e do distanciamento dos sacerdotes da comunidade católica; dar um animo novo para os católicos que tem deixado de freqüentar as missas.

O fato que foi notícia quando ele passou em frente a igreja Assembléia de Deus na favela Manguinhos e entrou e rezou com os fiéis. "Caminhando pela comunidade, chegamos até a igreja evangélica. Eu mostrei a ele que eles estavam no templo, e ele pediu para ir até lá para cumprimenta-los. O papa falou com o pastor e com as pessoas que estavam lá, e os convidou a rezarem um Pai Nosso"; disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi,que  também comentou a parada do pontífice na Assembleia de Deus. "O papa parou em frente à igreja e rezou com os fiéis da Assembleia de Deus que estavam na porta. Até eles pediram bênção. Foi um momento ecumênico, espontâneo e muito bonito", ressaltou. Fonte: Agencia Brasil
No entanto o pastor em entrevista a jornalistas, informou que a visita do papa foi solicitada antes pela comitiva papal. E que não houve em momento nenhum pedidos de benção ao papa Francisco. O culto seguiu normalmente. Os fiéis receberam muitos peregrinos e ofereceram água e permitiram o uso do banheiro para os católicos peregrinos durante a JMJ.

Na entrevista dada ao jornalista Camarrotti no Fantástico o papa Francisco deixou de falar de assuntos polêmicos como o aborto, e o casamento de pessoas do mesmo sexo. Muitas de suas palavras só foram esclarecidas depois em seu retorno a Roma, em entrevista a jornalistas. Assim mesmo a Globo só deu ênfase quando perguntaram sobre os gays. Só deram ênfase a estas palavras: "Quem sou eu para julgar os gays?". Mas não explicou porque o papa disse isso.

Esta pergunta só foi respondida depois que foi questionado sobre o "escandaloso caso de amor" entre o monsenhor Battista Ricca, nomeado pelo papa Francisco recentemente para um cargo estratégico no Vaticano.

No entanto o papa faz referência ao catecismo universal da igreja Católica, que não condena a orientação homossexual e sim os atos homossexuais como pecaminosos, obriga os gays à castidade, "sem vida afetiva ou sexual". "Nada de novo do Vaticano, apenas uma mudança de estilo. A substância continua sendo a mesma".- disse Aurélio Mancuso -Presidente do Grupo Equalite Itália,defensor da causa gay. Portal Terra

Lobby gay- Segundo "o especialista em Vaticano dessa publicação, Sandro Magister, Ricca faz parte do chamado ", uma rede de influentes prelados homossexuais, "um poder paralelo que trama contra o pontífice".

O atual colaborador do Papa argentino ganhou a confiança de Francisco nos primeiros quatro meses de pontificado, a ponto de ter sido designado seu representante pessoal no Banco da Santa Sé. Dentro do Vaticano, ele é conhecido pela agitada relação homossexual que manteve com um oficial da guarda suíça, quando trabalhava na nunciatura apostólica de Montevidéu, no Uruguai, de 1999 a 2000.

Sobre o aborto e o casamento gay, quando ele era primaz da Argentina não recebeu apoio popular. Em 2010,  o cardeal Jorge Bergoglio opôs-se intensamente contra a lei de casamento entre pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei, de autoria do partido socialista, que contou com apoio de grande parte do governo Kirchner e da oposição, foi alvo de duras críticas do futuro papa. Bergoglio afirmou que o casamento entre pessoas do mesmo sexo “é a pretensão destrutiva do plano de Deus”. A Igreja não obteve apoio popular para protestar contra o projeto e fracassou em sua tentativa de impedir a lei.

Bergoglio teve uma relação tensa com o ex-presidente Néstor Kirchner (2003-2007) e com a presidente Cristina Kirchner durante a última década. Kirchner o acusou de “liderar” a oposição. Desde 2004, para não ver Bergoglio de perto – e evitar seus sermões nos quais ressaltava que a pobreza estava novamente crescendo – os Kirchners mudaram a cerimônia religiosa do dia da independência, o Te Deum, para outras cidades argentinas, cancelando as históricas missas em Buenos Aires. No entanto, a eleição de Bergoglio como papa mudou o discurso do governo, que agora é elogioso com o papa Francisco. Fonte Ariel Palacios.

Esperamos que ele seja bem sucedido principalmente nas causas sociais; sua defesa pela pobreza e de uma sociedade mais justa, conforme ele falou na JMJ no Rio de Janeiro. Desejamos que ele tenha mais sucesso do que teve em seu país.
                                          





Um comentário:

  1. Pastor José Costa,

    Vim retribuir a visita, e apreciar seu Blog. Gostei do conteúdo, e principalmente do post acima. Belo trabalho, gostei muito.

    Irmão João Cruzué

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